domingo, novembro 8, 2026

Emanuel v crime em retirada dos trilhos em VG e avisa que no deixar em Cuiab

Emanuel v crime em retirada dos trilhos em VG e

 

As trocas de farpas entre o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e o governador do Estado, Mauro Mendes (União), ao que parece ainda está longe de terminar, quando se diz respeito a VLT e BRT. Nesta sexta-feira (16), o chefe do Alencastro reafirmou que, mesmo após a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), não deixará o Estado retirar ou mexer nas estruturas por onde passaria o modal.

Em Várzea Grande, onde contém grande parte da estrutura, o prefeito Kalil Baracat (MDB) já autorizou a retirada dos equipamentos, que começaram na última semana. “Estou achando um crime isso. A gente precisava se unir porque é um crime ver fazer aquele pessoal arrebentar os canteiros central lá da Avenida da FEB. Pessoal veio fazer uma sondagem aqui em Cuiabá e eu mandei tirar. Aqui não. Eu estava em Brasília e me mandaram a foto e liguei pra turma da fiscalização e mandei ir lá. Aqui não é casa da Mãe Joana não. Não vai ser assim aqui não”, afirmou.

Emanuel avisa que não irá atender a decisão do Supremo Tribunal Federal por ser ainda de caráter liminar e ainda falta a análise do processo em seu mérito. Ele disse que o STF é contraaditório a outras entidades.

Neste caso, ele citou que o MPF (Ministério Público Federal) e (Advocacia Geral da União) pediram a revogação da decisão do Supremo. “O mínimo questão de bom senso e de responsabilidade por uma obra dessa envergadura, diante de tudo que já foi feito e investido. Você não pode mudar isso de uma hora pra outra com uma adesão precária ou com uma decisão liminar em mãos, tem que esperar uma decisão definitiva. Não pode isso é muita coisa em jogo. É o futuro da população cuiabana e várzea-grandense, então eu vou brigar ate o úlltimo momento  da minha vida pelo VLT”, avisou.

Para o prefeito. é um absurdo “jogar no lixo” R$ 1 bilhão investidos no VLT. “Com o parecer contrário do MPF pedindo a revogação da decisão e com uma manifestação contraria da AGU pedindo a revogação da decisão como uma manifestação contrária da Comissão de Transportes da Câmara dos deputados, que deputado Emanuelzinho trouxe aqui. Olha só a extensão e a responsabilidade, e como a gente deve se posicionar diante de um tema tão delicado como esse. É uma decisão monocrática do ministro [Dias] Toffoli, e que tem essas importantes instituições pedindo par ao ministro voltar atrás porque é um absurdo, com certeza vamos ter um desdobramento”, ressaltou.

O embate entre Emanuel Pinheiro e Mauro Mendes sobre o qual modal deve ser implantado em Cuiabá é antigo, isso porque Emanuel acusa o governador de não consultar a população sobre a troca. A obra do VLT custou mais de R$ 1,6 bilhão aos cofres públicos. O BRT irá custar aproximadamente meio bilhão de reais.

FONTE: Folha Max

comando

DESTAQUES

RelacionadoPostagens