O conselheiro atuou tanto no atendimento a uma denúncia por um hospital, que atendeu Mirella com ferimentos, como no acompanhamento após a morte. Conforme o Conselho Tutelar, ele teria recebido um e-mail do hospital, referente à notificação por suspeitas de maus-tratos. Em depoimento à polícia, teria informado que tentou contato, sem êxito, com a família.
FONTE: Lapada Lapada








