O candidato a prefeito de Cuiabá, Eduardo Botelho (UB), disse que não tem adversário preferido para enfrentar em um provável segundo turno nas eleições. Em entrevista à imprensa, nesta quarta-feira (28), ele afirmou que o ideal seria vencer ainda no primeiro turno, mas evitou negar eventuais apoios dos candidatos que perderem no dia 06.
“O ideal é ganhar no primeiro, mas o que o povo escolher é esse que eu vou ter que encarar, não adianta eu querer pensar quem é o melhor, não sou eu que vou escolher. A rejeição vai ser importante no segundo turno e precisamos trabalhar com isso porque os votos dos outros candidatos em sua maioria vão migrar para outro”, sintetizou. Botelho destacou que nunca teve pretensão em vencer o pleito ainda no primeiro turno.
A última vez que um candidato venceu em Cuiabá no primeiro turno foi em 2000, com Roberto França (PSDB) e Serys Slhessarenko (PT) em que o tucano acabou sendo eleito com 55,74% dos votos válidos. Serys foi derrotada com cerca de 25%.
“Vamos ter uma eleição de dois turnos. Então, temos que lutar para estar no segundo turno. As pesquisas são favoráveis para nós, pois mostram que estamos na liderança e temos menor rejeição. Isso é um campo favorável. Os números não importam. Só valem no dia da eleição”, declarou.
Questionado se recusaria apoio de algum adversário, Botelho saiu pela tangente e disse que as eleições agora que tiveram início e ainda falta mais de um mês. No entanto, o candidato afirmou que ‘todo mundo é importante’.
“Primeiro iremos ver quem vai e vamos aguardar. Todos apoios no segundo turno são importantes, se trata de escolher os projetos de um e de outro e qual aquela pessoa que significa mais, quem tem mais condições de realizar aquele projeto. Todo mundo é importante”, enfatizou.
BOMBARDEIO
Botelho disse ainda que não esperava ser bombardeado por ataques de seus adversários durante debates, algo que o fez inclusive mudar de estratégia. Ele não irá participar de debates promovidos por entidades ou rádios e optará por participar apenas dos das emissoras de televisão como o próximo no dia 3 de setembro da TV Vila Real e o da TV Centro América. “Eu não esperava que fosse tão baixo. Tem candidato que todas as respostas dele se referia a mim como se eu fosse o mal de todos os problemas e, na verdade, sou a solução. Não seria uma boa estratégia porque vou sofrer ataques de todos os candidatos”, disse Botelho.
FONTE: Folha Max






