O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que não teme ataques de adversários durante a campanha eleitoral e classificou como natural o acirramento do embate com o senador Wellington Fagundes (PL), seu principal concorrente na disputa pelo Palácio Paiaguás. Segundo ele, as críticas fazem parte do processo eleitoral e não o intimidam.
Sou um homem livre, não tenho medo de absolutamente nada
Na última semana, Pivetta e Wellington elevaram o tom das declarações à imprensa e nas redes sociais, principalmente em torno da gestão estadual e da proposta do Governo de contratar um empréstimo de R$ 1,5 bilhão.
O financiamento, defendido pelo governador, será destinado a investimentos em moradias populares, pavimentação de rodovias nos municípios e ações na área da saúde. Durante a troca de críticas, Pivetta chegou a chamar o senador de “desprezível” e “cabuloso”, sem detalhar o motivo das declarações.
“Não temo, não tenho medo de nada. Sou um homem livre, não tenho medo de absolutamente nada”, afirmou à imprensa nesta terça-feira (30).
O governador avaliou que o endurecimento do discurso é comum durante a campanha. Segundo ele, as críticas refletem sua visão sobre a atuação política do adversário.
“Quando você pensa no mal que uma determinada pessoa faz, a gente, sem querer, expressa isso na fala. É isso que acontece na vida”, declarou, ao comentar o senador.
Apesar das críticas, Pivetta negou que os ataques tenham caráter pessoal e afirmou que suas manifestações se restringem à atuação pública de Wellington.
“Quero crer que eu tenha sido incisivo naquilo que eu falo. Pessoalmente, eu não falei nada sobre ele”, disse.
O governador também afirmou que não acredita haver qualquer fato de sua trajetória que possa ser explorado pelos adversários para desgastá-lo durante a campanha.
Debate eleitoral
Pivetta disse ainda que pretende evitar ataques de baixo nível durante os debates entre os candidatos e que o foco de sua campanha será comparar o histórico e a trajetória de cada postulante ao Governo do Estado.
“Vamos discutir o comportamento, vamos discutir o histórico de cada candidato. O que cada um fez nas suas respectivas vidas. É uma boa comparação”, afirmou.
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FONTE: MIDIA NEWS





