domingo, agosto 2, 2026

Empréstimo de R$ 1,5 bilhão deve ficar para o próximo governador, projeta Max | Rdnews

Empréstimo de R$ 1,5 bilhão deve ficar para o próximo

O presidente da Assebleia Legislativa (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), defendeu total autonomia do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) em enviar o pedido de autorização para contrair um empréstimo de R$ 1,5 bilhão, porém, acredita que o próximo chefe do Poder Executivo é quem deve deliberar sobre o tema.

O texto chegou a entrar na pauta da semana passada, mas foi adiado devido ao pedido de vista dos deputados Lúdio Cabral e Valdir Barranco, ambos do PT. Agora, consta na pauta da sessão desta quarta-feira (07) no LegislativoSegundo Pivetta, o empréstimo compensaria a perda de arrecadação causada pelo fim do chamado Fethab II, imposto adicional pago por produtores rurais de Mato Grosso ao Estado e custearia a construção de 60 mil casas populares.

ALMT

Em entrevista à Rádio CBN, nesta terça- (07), Max apontou que o Governo tem capacidade de bancar o custo de operação, que prevê 10 anos para pagamento: “Essa é uma prerrogativa do Poder Executivo. Ele tem capacidade de financiamento, tem necessidade de investimento. Achou no mercado o banco aí que fez o empréstimo naquilo que o Governo entende como sendo interessante”.

O deputado sustenta que a versão apresentada inicialmente por Pivetta para construção de casas lhe agrada, diante do déficit habitacional que o estado possui. O chefe do Legislativo indicou ainda que a demanda ficará para o pós-eleição, e que indendependente de quem ganhar, precisará apresentar um planejamento assertivo para a aplicação dos recursos. Atualmente, já existe uma emenda no pedido de empréstimo que prevê a obrigação de que o valor repassado pela Caixa seja integralmente aplicado em moradias populares.

Esse é um recurso que, até a aprovação – e agora a aprovação vai ser pós o período eleitoral – deve ficar para o próximo Governo definir no que vai gastar, como vai gastar e a forma que vai fazer. Mas o Governo, independente de quem seja, tem que fazer o planejamento, tem que fazer os acompanhamentos. Se falou na construção de moradias, eu, particularmente, defendo muito isso, defendo a necessidade e em Mato Grosso tem uma necessidade muito grande de moradia”, reforçou.

Os nomes que mais são lembrados em pesquisas prévias ao Governo de Mato Grosso são do atual chefe do Palácio Paiaguás, Pivetta, do senador Jayme Campos (UB), do senador Wellington Fagundes (PL) e da médica Natasha Slhessarenko (PSD).

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FONTE: RDNEWS

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