Depois de 16 anos na seca, a Espanha voltou a ser campeã da Copa do Mundo. A seleção espanhola conquistou o bicampeonato Mundial ao derrotar a Argentina por 1 a 0 na prorrogação, na tarde deste domingo (19), no Estádio de Nova Jersey, nos Estados Unidos. Ferran Torres marcou o gol do título logo aos 40 segundos do segundo tempo do tempo extra e garantiu a segunda estrela da seleção espanhola.
O jogo
A decisão começou com a Espanha assumindo o controle da posse de bola. Nos primeiros minutos, Lamine Yamal levou perigo em duas investidas pela direita, obrigando Dibu Martínez a fazer boas intervenções. Apesar do domínio territorial, a equipe comandada por Luis de la Fuente encontrou dificuldades para transformar a posse em chances claras.
Reprodução/Cazé TV
A Argentina também teve dificuldades para criar. Lionel Messi tentou comandar as ações ofensivas, mas encontrou uma defesa espanhola bem organizada. Durante todo o primeiro tempo, a equipe de Lionel Scaloni não conseguiu finalizar ao gol.
Antes do intervalo, Dani Olmo, Oyarzabal e Laporte ainda obrigaram Dibu Martínez a trabalhar, mantendo o goleiro argentino como um dos destaques da partida.
Na reta final da etapa inicial, a situação da Argentina ficou ainda mais complicada. Já nos acréscimos, Enzo Fernández recebeu o segundo cartão amarelo após falta dura sobre Cubarsí e foi expulso, deixando os argentinos com um jogador a menos para toda a prorrogação.
Mesmo com vantagem numérica, a Espanha seguiu encontrando resistência. Na prorrogação, Nico Williams desperdiçou boas oportunidades, incluindo uma cabeçada defendida por Dibu Martínez e outra finalização que passou perto do gol.
A recompensa veio logo no início da segunda etapa do tempo extra. Pedro Porro cruzou da direita, Nico Williams escorou de cabeça na segunda trave e Ferran Torres apareceu livre para finalizar de primeira, sem chances para Dibu Martínez.
Depois do gol, a Espanha ainda chegou a balançar as redes novamente com Ferran Torres, mas o lance foi anulado por impedimento. A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Messi passou a participar mais das jogadas ofensivas e criou as melhores oportunidades da equipe, que registrou sua primeira finalização apenas na prorrogação. Mesmo pressionando até os instantes finais, os argentinos pararam na sólida defesa espanhola e no goleiro Unai Simón.
DivulgaçãoFifa
Seleção da Espanha, a Fúria, levanta a taça da Copa do Mundo 2026
Premiação
Além da taça, a seleção espanhola recebeu a maior premiação já distribuída em uma Copa do Mundo. A campeã faturou US$ 51,5 milhões (cerca de R$ 263,5 milhões), enquanto a Argentina, vice-campeã, ficou com US$ 34,5 milhões (aproximadamente R$ 176,5 milhões).
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FONTE: RDNEWS







