O governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), tratou de “humanizar” sua campanha durante o prgrama eleitoral exibido na noite desta quarta-feira (9), enquanto o senador Wellington Fagundes (PL), tratou de apresentar falhas da atual gestão e como isso prejudica os mato-grossenses. Já a médica Natasha Slhessarenko (PSD), apontou a escalada de violência e insegurança que as mulheres enfrentam.
O programa de Pivetta abriu com a frase “tem que ter coração”, buscando quebrar a resistência de parte do eleitorado e se colocar como um governo humano. Assim, citou investimentos em pavimentação de estradas, escolas e habitações e prometeu ampliar os programas e ações. Ele também relembrou que ao lado do ex-governador Mauro Mendes (UB) conseguiu destravar o Hospital Central, unidade porta fechada que atua com como polo para cirurgias especializadas. Ele classificou como a melhor estrutura do estado para atender a população. No seu programa, também explorou a imagem de Mauro.
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Já Wellington apontou falhas da gestão, sendo 178 obras paralisadas em todo estado, sendo mais de 100 somente no Governo Mauro e Pivetta. Assim, prometeu fazer um multirão e valorizar o recurso público: “Quero fazer mais e melhor”. O programa do senador também usou o conhecido “fala povo”, com populares expondo opiniões e cobrando obras de qualidade. Tanto Pivetta como Wellington usaram pesquisas onde aparecem em primeiro lugar nos levantamentos.
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Natasha, por sua vez, abordou a escalada de violência contra as mulheres e defendeu uma rede de proteção e prevenção, de maneira estruturada para atendimento rápido. O modelo inclui polos-regionais, com delegacias especializadas e casas de suporte. A visão foi referendada pelo candidato a vice na chapa, Diogo Botelho (PDT). A intenção é tirar mulheres de lares de violência e fornecer capacitação. O programa da médica explorou o relato de mulheres expressando confiança no seu projeto, já que é a única candidata mulher como cabeça de chapa.
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Sem tempo de TV
Rafael Millas (Missão), Mauricio Coelho (Mobiliza) e Laudicério Machado (Agir), todos concorrendo com chapa pura, não têm direito a tempo de TV e Rádio. Os partidos deles não preencheram os requisitos previsto na cláusula de barreira.
Horário eleitoral
Partidos, federações e coligações disputam o espaço na programação das emissoras para chegar aos mais de 158 milhões de eleitores. A propaganda segue até 1º de outubro, véspera do 1º turno, e neste ano tem regras específicas para o uso de inteligência artificial (IA).
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FONTE: RDNEWS
