Investigação da Polícia Civil apontam que a missionária Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida, presa na Operação Fariseus, teria recorrido a integrantes de uma facção criminosa após ter a casa assaltada em Cuiabá e, posteriormente, recebido R$ 500 de um dos membros do grupo.
Após o episódio, ela teria solicitado a um integrante da facção, identificado como “Cliente Pedregal”, que localizasse o responsável pelo assalto.
O homem teria respondido à solicitação afirmando: “Tamo atrás Canjica, tamo indo lá, vou matar esse fdp”. Na sequência, ele teria encaminhado imagens de um homem amarrado.
Segundo a investigação, em uma das conversas, Rhavenna pergunta: “Nem sinal do cara, né?”. Diante da demora para localizar o suspeito de assaltar a casa de Rhavenna, o homem teria enviado R$ 500 a ela e pedido desculpas pela demora em encontrar o alvo.
“Observa-se, ainda, que este mesmo interlocutor encaminhou R$ 500,00 (quinhentos reais) para Rhavenna, em 30/09/2025, e desculpou-se pelo atraso”, aponta trecho da investigação.
FONTE: MIDIA NEWS
