O governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), focou a área da saúde durante o programa exibido nesta sexta-feira (25). Já o senador Wellington Fagundes (PL) trouxe um depoimento o senador e presidenciável, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à propaganda buscando apelo entre os bolsonaristas. Por fim, Doutora Natasha (PSD) criticou a falta de creches e maternidades.
Pivetta trouxe o Hospital Central, destravado na gestão Mauro Mendes (UB), depois de mais de 30 anos de paralisação. Assim, prometeu mais unidades polo pelo estado, tendo a saúde com uma das suas prioridades caso seja reeleito. Ele apontou o “derretimetno” do rival, Wellington.
Republicanos

A 9 dias da eleição, Wellington trouxe o senador e presidenciável, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), vestindo de vez a camisa da campanha e pedindo votos para o correligionário com clara intenção de buscar apoio dos simpatizantes do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em outros pontos da propaganda, Wellington criticou novamente a onda de incentivos fiscais para o que chamou de “grandões” de Mato Grosso, enquanto micros e pequenos empresários, bem como a população mais carente, não recebem uma redução da carga tributária. Ele também criticou o fato do Hospital Central atuar de forma regulada, de portas fechadas, enquanto as outras unidades estariam, segundo ele, colapsadas.
Reprodução

Natasha abordou a falta de maternidades públicas em Mato Grosso, a falta de creches e a falta de segurança para as mulheres. Assim, também olhou para os idosos, que acabam sendo deixados de lado. Ela prometeu cobrar melhor educação e reprovar alunos que não saibam ler.
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Sem tempo de TV
Rafael Millas (Missão), Mauricio Coelho (Mobiliza) e Laudicério Machado (Agir), todos concorrendo com chapa pura, não têm direito a tempo de TV e Rádio. Os partidos deles não preencheram os requisitos previsto na cláusula de barreira.
Horário eleitoral
Partidos, federações e coligações disputam o espaço na programação das emissoras para chegar aos mais de 158 milhões de eleitores em todo o país. A propaganda segue até 1º de outubro, às vésperas do 1º turno, e neste ano tem regras específicas para o uso de inteligência artificial (IA).
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FONTE: RDNEWS







