Projeto permite apadrinhar crianças e adolescentes acolhidos na Bahia; veja como participar


Projeto permite apadrinhar crianças e adolescentes acolhidos na Bahia
Unsplash/Reprodução
Pessoas interessadas em ajudar crianças e adolescentes que vivem em instituições de acolhimento na Bahia podem participar do projeto Ser Dindo(a) é Massa, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). A iniciativa permite criar vínculos afetivos e oferecer apoio educacional, social e material a jovens que precisam de oportunidades para além do ambiente institucional.
O projeto tem três modalidades de apadrinhamento: afetivo, prestador de serviço e provedor. Cada uma oferece uma forma diferente de contribuir para o desenvolvimento e o bem-estar das crianças e dos adolescentes.
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As inscrições podem ser feitas através de um formulário on-line.
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Para se cadastrar, é necessário:
Ter pelo menos 24 anos;
Apresentar boa conduta e antecedentes compatíveis com a atividade;
Não estar habilitado para adoção;
Morar na comarca onde pretende atuar como padrinho ou madrinha.
A exigência de residência não se aplica à modalidade “Dindo Provedor”.
Veja como funciona cada modalidade:
Dindo Afetivo: permite criar uma relação de convivência com a criança ou o adolescente, com participação em momentos de lazer, fins de semana, feriados e férias escolares.
Dindo Prestador de Serviço: possibilita que profissionais e empresas ofereçam serviços de acordo com suas especialidades e habilidades, seguindo um plano de trabalho.
Dindo Provedor: consiste em oferecer apoio material ou financeiro, por meio de doações de roupas, brinquedos e materiais escolares, além do custeio de cursos profissionalizantes, reforço escolar, atividades esportivas, aulas de idiomas e outras necessidades específicas.
Na modalidade Dindo Provedor, também podem participar pessoas que moram em outras cidades, estados ou até mesmo em outros países.
A iniciativa é coordenada pela Coordenadoria da Infância e da Juventude do TJ-BA e busca ampliar as oportunidades de desenvolvimento social, educacional e emocional de crianças e adolescentes acolhidos.
A proposta é garantir que crianças e adolescentes possam construir vínculos seguros e respeitosos com pessoas de fora das instituições de acolhimento.
O TJ-BA ressalta, porém, que o apadrinhamento não substitui o acolhimento definitivo nem funciona como alternativa à adoção. Por esse motivo, pessoas já habilitadas para adotar não podem se cadastrar como padrinhos ou madrinhas pelo projeto.
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FONTE: Lapada Lapada

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