As contas da Prefeitura de Araguaiana referentes ao exercício financeiro de 2025 foram aprovadas por unanimidade pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), no dia 29 de setembro. O colegiado acompanhou o voto do conselheiro-relator Waldir Teis, que destacou o superávit das contas municipais e o cumprimento dos índices legais e constitucionais.
A decisão representa uma etapa importante na avaliação da gestão financeira do município, especialmente em relação à execução orçamentária e à aplicação dos recursos públicos.
Durante a análise, o relator apresentou cinco apontamentos nas contas municipais, sendo dois classificados como gravíssimos, dois como graves e um como moderado. Segundo a administração municipal, os itens identificados estão sendo analisados pela equipe técnica, que trabalha na adoção das medidas necessárias para sua resolução.
A secretária municipal de Finanças, Tizza Augusta, destacou o empenho dos profissionais envolvidos e afirmou que o resultado serve de incentivo para a continuidade do trabalho. “O serviço que realizamos diariamente, com seriedade e dedicação, está dando frutos positivos. Enxergo essa notícia como uma grande motivação para continuarmos nos empenhando a cada dia, com toda a equipe, em busca de uma gestão cada vez mais transparente e responsável”, afirmou.
De acordo com a administração municipal, a aprovação é resultado do trabalho conjunto de servidores e colaboradores da Prefeitura, que atuam na organização dos procedimentos administrativos, no controle financeiro e no cumprimento das exigências legais.
Mesmo com a aprovação pelo TCE-MT, o processo ainda segue para análise e deliberação da Câmara Municipal de Araguaiana, responsável pela apreciação das contas do chefe do Poder Executivo, conforme previsto na legislação.
A gestão municipal considera a aprovação por unanimidade um avanço importante para a transparência e a responsabilidade na administração dos recursos públicos. O resultado, no entanto, também evidencia a necessidade de acompanhar os apontamentos feitos pelo Tribunal e garantir que as medidas corretivas sejam efetivamente implementadas.
