A tarifa favorece a competitividade do Brasil, já que a soja brasileira é taxada em apenas 3%. “Essa diferença de 10 pontos percentuais ajuda a preservar a competitividade brasileira, pelo menos no curto prazo, mesmo com a aproximação bilateral”, afirma Patrícia Ellen, líder global de Natureza e Sistemas Alimentares da Systemiq.
FONTE: Lapada Lapada
