
Natasha abriu seu programa com o relato de uma mulher que afirma enfrentar diariamente a chamada “fila do ossinho” para conseguir alimento para as duas filhas. A personagem conta que sobrevive com auxílio financeiro, mas que o benefício não seria suficiente para garantir a alimentação da família.
A partir do depoimento, a candidata questionou o contraste entre a produção agropecuária de Mato Grosso e a situação de pessoas que ainda enfrentam insegurança alimentar.“Como pode um Estado que bate recordes na produção de alimentos no país ainda ter mais de meio milhão de pessoas que não sabem se vão ter o que comer no dia seguinte?”, questionou a candidata.
Natasha também criticou o custo dos alimentos e afirmou que Mato Grosso possui um dos mercados mais caros do país. Entre as propostas apresentadas estão o fortalecimento da agricultura familiar e o incentivo à produção de alimentos.
Pivetta aposta em continuidade
Na propaganda de Otaviano Pivetta, o discurso foi de continuidade do trabalho desenvolvido durante a gestão Mauro Mendes. O candidato destacou obras de infraestrutura, educação, habitação e saúde como resultados da atual administração.
A propaganda ainda afirmou que Mato Grosso possui atualmente a “melhor estrutura pública de saúde de alta complexidade do Brasil” e defendeu a continuidade dos investimentos.
Ao final, a campanha voltou a utilizar pesquisas eleitorais para sustentar o discurso de liderança de Pivetta na disputa.
Wellington mira obras paradas
Wellington Fagundes escolheu uma estratégia diferente e transformou as obras paralisadas em um dos principais alvos de sua propaganda. O candidato afirmou que Mato Grosso possui 178 obras paradas e que mais de 100 delas teriam sido iniciadas durante o atual governo. A campanha classificou a situação como desperdício de dinheiro público e transtorno para a população.
“Obra parada é transtorno para a população, é dinheiro público jogado fora”, afirma o programa.
A propaganda mostrou uma escola cuja estrutura teria sido demolida para a construção de uma nova unidade e utilizou o caso como exemplo de obra que não teria sido concluída conforme o planejado.
Wellington prometeu realizar mutirões para concluir obras paralisadas, priorizando inicialmente creches, escolas e unidades de saúde.
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FONTE: ARAGUAIA IN FOCO