O governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), buscou humanizar sua campanha eleitoral durante o programa exibido nesta quarta-feira (23). Ele usou relatos de políticos e da sua família em favor do seu projeto. Já o senador Wellington Fagundes (PL) criticou novamente a concessão de incentivos fiscais para poucos. Por fim, Doutora Natasha (PSD) prometeu investimentos na área habitacional.
Pivetta trouxe relato de sua irmã e de uma ex-mulher, que o classificaram como homem trabalhador e íntegro. O ex-governador Mauro Mendes (União) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também apontaram a credibilidade de Pivetta. No programa, o candidato à reeleição também afirmou que revolucionou Lucas do Rio Verde quando foi prefeito e também repetiu o feito junto Mauro Mendes (UB) no cenário estadual. Agora, como cabeça de chapa, quer fazer melhor.
Ele também destinou parte do programa para atacar seus dois principais adversários, Wellington Fagundes (PL) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD), classificando-os como membros da “velha política”.
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Da direita para a esquerda, Neusa Pivetta (irmã) e Marieleide Ceolatto (ex-mulher)
Wellington criticou movamente o alto montante de incentivos fiscais para um seleto grupo, enquanto os pequenos empresários e cidadãos sustentam a máquina pública. Assim, prometeu agir com responsabilidade e também olhar para os microempresários. Ele apresentou propostas como valorização da agricultura familiar, servidores, saúde e educação.
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Natasha abordou a política habitacional de Mato Grosso, apontando para um cenário de déficit de casas durante a gestão Mauro Mendes/Otaviano Pivetta. Além da ausência de moradias, ela apontou para o problema da falta de regularização e os efeitos danosos à saúde quandos os cidadãos moram mal. Ela prometeu 55 mil moradias e um mutirão da regularização para garantir mais do que um teto, mas dignidade.
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Sem tempo de TV
Rafael Millas (Missão), Mauricio Coelho (Mobiliza) e Laudicério Machado (Agir), todos concorrendo com chapa pura, não têm direito a tempo de TV e Rádio. Os partidos deles não preencheram os requisitos previsto na cláusula de barreira.
Horário eleitoral
Partidos, federações e coligações disputam o espaço na programação das emissoras para chegar aos mais de 158 milhões de eleitores em todo o país. A propaganda segue até 1º de outubro, às vésperas do 1º turno, e neste ano tem regras específicas para o uso de inteligência artificial (IA).
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FONTE: RDNEWS







