quarta-feira, outubro 28, 2026

Lúdio cita gestão “temerária” de Emanuel e quer rever contratos

Lúdio cita gestão "temerária" de Emanuel e quer rever contratos

Pré-candidato a prefeito de Cuiabá, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) afirmou que, caso eleito, pretende fazer uma revisão em todos os contratos da Prefeitura para reverter a crise financeira na Capital.

 

A nossa expectativa é já a partir do primeiro dia de mandato iniciar um processo de reversão desse cenário grave que nós vivenciamos

É esperado que até o final deste ano a dívida acumulada em Cuiabá ultrapasse os R$ 2 bilhões.

 

O petista se mostrou preocupado com o aumento das dívidas na administração do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e classificou como “temerária” a gestão financeira da cidade.

 

“A nossa expectativa é já a partir do primeiro dia de mandato iniciar um processo de reversão desse cenário grave que vivenciamos. Primeira coisa: levantar de forma detalhada todos os contratos que o município tem. Revisar o que for preciso revisar, renegociar o que for preciso, adotar novas modalidades de contratação, economizar em despesas de custeio”, afirmou à imprensa.

 

Lúdio citou o gasto da Prefeitura para manter a iluminação pública como exemplo de contrato que será analisado “com rigor”.

 

Segundo ele, o município gasta só com iluminação pública R$ 80 milhões por ano. Sendo R$ 40 milhões para a Energisa e outros R$ 40 milhões para a empresa que presta serviço de manutenção.

 

“A empresa que faz manutenção é objeto de reclamação cotidiana da população que vive na escuridão”, disse.

 

Servidores

 

Apesar do discurso de mudança para os contratos da Prefeitura, Lúdio defendeu os servidores e afirmou que não vai fazer cortes, mesmo a folha de pagamento sendo uma das maiores despesas do município.

 

“De forma alguma culpar os servidores públicos. Eles têm que ser respeitados, reconhecidos, valorizados. Do volume de despesas que o município tem anualmente, metade é servidor público. E essa metade tem que ser preservada, não pode ser atacada com esse discurso fácil do enxugamento, de que vai fazer demissão, não pode”, disse.

 

“O que precisamos é mobilizar os servidores para, juntos, buscarmos superar os problemas que a cidade tem”.

 

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FONTE: MIDIA NEWS

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